Depois que a última pá de terra foi retirada, o garoto de ossos passou o dorso da mão pela testa, enxugando os vestígios de suor. Largou a pá e puxou o pé de cabra, onde forçou a tampa do féretro, escancarando-a.
Entusiasmado com o bom estado de conservação, contemplou aquele que seria o prelúdio para algo assustador. Ferozmente, seus neurônios trabalharam, seus olhos brilharam e seu sorriso emergiu.
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